Possuímos a mais surpreendente maravilha da natureza.
A ciência comprova que ao nascermos, nosso corpo já é quinze bilhões de vezes maior que célula original que nos deu a vida. 2/3 do corpo humano é formado de oxigênio e nele existem 500 glóbulos vermelhos para cada branco. Um milímetro cúbico de sangue ou seja uma gota contém em média 50 milhões de glóbulos vermelhos.
Levando-se em conta de que 90 por cento do corpo se refaz a cada 12 meses, segundo os fisiologistas a quantidade básica do corpo é substituída. Isso equivale a dizer que, do ponto de vista físico, a cada aniversário não somos mais os mesmos.
O fantástico de tudo isso é que nenhuma “máquina humana” é igual a outra em qualquer aspecto.
Deus, Criador Absoluto em sua originalidade não repete Suas Obras. Seria o fato de não haver duplicatas do ser humano a razão de nossas divergências ?
O que teria o filósofo francês Sartre e a filosofia existencialista afirmarem: O homem é um ser inacabado.
Se morremos um pouco a cada dia, estaremos aproveitando bem o tempo que nos é concedido, ou será que o estamos gastando indevidamente, discutindo por ninharias promovidas pelo orgulho a níveis não merecidos?
Dentro de cem anos o mundo ainda existirá com seu palco e enredos conflitantes. Compondo a cena temos certeza, estarão outros atores.
O que fizemos para justificar nossa escalação nesse elenco que vai sair?
Será que a nossa posição assumida no elenco da vida é de astro, vilão ou figurante que vegeta nas fileiras da mediocridade?
Será que merecemos aplausos ou apupos da platéia?
Deixo para o leitor a tarefa de responder a essas perguntas. Nossas respostas, pelo motivo acima mencionada, não coincidiriam.
Ser um astro na vida, no relacionamento e ter habilidade de conviver sem atritos, ajustando diferenças, sabendo administrar divergências e gerenciar emoções que violentam o mecanismo do corpo, alterando suas defesas.
Essa relação tem que ser harmônica em três níveis: com o mundo, com o outro e consigo próprio.
Uma coisa deve pesar nessa contabilidade vivencial: aceitar toda e qualquer personalidade, desde que não venha em prejuízo da sua própria.
Não podemos fugir a contribuição positiva que devemos à sociedade de ajudar alguém a crescer, porque não cresceremos também se não estivermos acompanhados de processos semelhantes.
Valderez,
ResponderExcluirFiquei atento á mudança do tema desse mês de agosto que demorou um pouco mais para ser publicado.Já faz parte dos meus hábitos participar do Cadeira na Calçada.
O tema é sugestivo e nos induz a reflexão.Estou contente com minha colocação nesse roteiro de vida porque consigo identificar falhas e acertos. Harmoniza-los para não causar atritos me promove diárimente a vigilante astuto e atento as manobras gastas para um bom relacionamento. Um abraço do KOAN.
KOAN
ResponderExcluirQue bom saber da rigidez de sua atenção a serviço da harmonização de um relacionamento,
A construção de uma amizade depende da superação de diferenças, comprovadamente existentes.Repito agora o que disse o poeta: "Se todos fossem iguais a você,que maravilha haveria de ser" Como aos poetas muito é permitido, imita-los; posso. Um abraço> Continue conosco Valderez
Nem sempre é possível identificar que posicionamento estamos tomando, embora nossas escolhas apontem para algum especificamente. Mais uma vez, me encontro, a partir de suas postagens curiosas, me questionando incessantemente se um dia conseguirei essas respostas. Você consegue obtê-las?
ResponderExcluirBelo texto.
Beijos da Gigi.
Gigi, Que bom te-la aqui interessada no tema.Pessoas interessadas são pessoas interessantes.Essa é uma positiva característica sua.
ResponderExcluirA dificuldade de identificarmos um posicionamento,está estritamente ligada o reconhecimento do nosso Eu Real.
Vamos racionar juntas: Se nos conhecemos bem,saberemos o que melhor para nós.
A prática da indagação no sentido do auto-conhecimento possibilitou-me a descoberta que é o Maior Espetàculo da Terra que é:Temos um ser superior a nos guiar e para acessarmos o caminho,necessário é a conexão perfeita com ELE.PODEMOS.Aprendi que para saber quem somos, necessário é que saibamos QUEM NÂO SOMOS. Se ao identificarmos abolimos o egoísmo, aí esse quadro vivencial, fica cintilante.
O que alegrou-me hoje direi: Foi saber que uma jovem como você é interessada nesse tema. Mas...não se preocupe, as respostas virão, quando você estiver tranquilamente pronta a passar sem elas.
Até o próximo Beijos Valderez.
Nesse mundo de hoje tão agitado e muitas vezes sombrio, nada como uma leitura para elevar nosso espírito,engrandecer nossa alma e deixar o nosso dia-a-dia com a leveza necessária para encarar nossos desafios. Essa é a proposta do blog Cadei...ra na Calçada ,onde o internalta, participa,postando comentário, relacionado com o tema sugerido pela autora do texto, como assim o título do blog propõe. Bate papo na "Cadeira na Calçada".
ResponderExcluirEdmundo Vitoriano Jr.