terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Vencer na vida só com C.I.C.A.

Para um jornal de circulação dirigida, concedi uma entrevista há cerca de cinco anos. À pergunta: “O que é necessário para vencer na vida?” Respondi prontamente “ C.I.C.A.”
O entrevistador ficou meio desconsertado. Pensou que me referia a fábrica de doces  e que não estava levando a sério o trabalho.
Insisti na resposta “ C.I.C.A.” e expliquei-lhe que se tratava de uma preciosa sigla representativa de CORAGEM, INTELIGÊNCIA, CRIATIVIDA e AUDÁCIA elementos indispensáveis para vencer na vida..
Conversamos muito e pude medir seu grau de entusiasmo pela forma como falou ao despedir-se de mim, “Coragem, Inteligência, Criatividade e Audácia, C.I.C.A, será meu grito de guerra. Você ainda vai ouvir falar de mim”
Muito tempo depois, numa madrugada que parecia igual as outras, acordo com a chamada insistente do telefone . Atendo e a sonolência natural foi substituída pela surpresa que cedeu lugar a um contentamento gratificante. De São Paulo uma voz masculina dizia: “Obrigado pela C. I. C. A. repetia eufórico. Estou chegando de uma festa. Acabo de receber, meu primeiro troféu.
Era meu entrevistador, que longe daqui, batalhava por uma chance. Chutou o emprego e desembarcou na cidade grande levando na bagagem a fórmula CICA, como passaporte para o sucesso.
Na euforia telefônica os muitos agradecimentos com a promessa “Vai ser o primeiro de uma série”. E foi.
Testemunhei dias depois através da imagem da TV em São Paulo que transmitiu a festa.
CORAGEM:- Muitos passam pela vida sem provar a resultante de um ato de coragem. Vegetam acomodados a colecionar derrotas decorrentes de covardia que impede mudar uma situação aflitiva e deprimente.
INTELIGÊNCIA:- Alguns confundem inteligência com tirar boas notas no
colégio. Isso deve-se a boa memória. Inteligência é muito mais que isso. Ser inteligente é saber agir com sabedoria nas diversas situações que a vida lhes apresentar.
CRIATIVIDADE:- Jamais alguém ganhou um troféu por ter feito uma cópia. Desenvolver o potencial criativo é dever obrigatório do homem que quer vencer.
AUDÁCIA:- De nada vale o desenho de um projeto se o autor o põe na gaveta diante do primeiro obstáculo. Transpor, contornar ou eliminar obstáculos é tarefa dos audazes.
Usar a fórmula CICA é sair do compasso de espera e entrar na trilha do sucesso.
Foi o que aconteceu com meu entrevistador.  Descartou a mania de culpar os outros pelos seus insucessos e emplacou na industria da moda na cidade que mais cresce na America Latina.
CICA para você também internauta.         

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A ARTE DE ROLAR COM A VIDA

 Ao afirmar para aquele eclético auditório – “Pare de pensar e role com a vida” jamais poderia imaginar que da perplexidade inicial que envolveu a todos, passasse a polêmica e dessa derivasse a convicção coletiva – Precisamos mudar de tática”.
Mas, a reação dos meus ouvintes era plenamente compreensível. Minha revelação acabava de desestabilizar um processo de automação implantado há anos que era o de planejar o futuro com régua compasso e com lápis da cor da ilusão. 
Somos induzidos desde muito cedo a planejar nosso futuro. Os condicionamentos a que fomos submetidos, direcionam esse plano para longe da realidade.
Esquecemos de escalonar como prioridade, o autoconhecimento. Se não nos conhecemos, como saberemos o que é melhor para nós ?
Se o planejamento é desproporcional a linha de ação  traçada para sua execução e inadequado a nossa capacidade, não obterá êxito.
É quando nossa escala de entusiasmo desce e atinge um baixo nível do desânimo, insegurança e insatisfação.
A procura desesperada de soluções nos leva a caminhos que nos conduzem a deferentes desacertos.
Quando afirmo: Para de planejar- equivale a dizer : ”abandone idéias pré-concebidas, emprestadas, que não brotaram de sua mente. ”Rolar com  a vida” – é o mesmo que : “Não corra atrás de nada” . Procure através da percepção , da intuição a identificar o que anda atrás de você.
Deixe de querer que as coisas aconteçam exatamente como planejou porque por mais exímio que seja na arte de arquitetar a vida, o resultado nunca coincidirá com o que planejou. Afaste-se dos fabricantes de ilusões que o induz  “a engatar um vagão numa estrela e subir alto”. Verifique se na fila desse embarque não estará tirando passaporte para frustração.
Eis porque os ouvintes naquela noite sentiram-se bem e confiantes ao desembarcarem na realidade, quando propus que traçassem o gráfico de suas vidas.
Quando refletiram e desenharam num papel, verificaram que tudo lhes tinha acontecido diferente do que até então haviam planejado. O que havia sido programado para ser padre, era bancário, o que seria arquiteto, ingressara no jornalismo e o que seria um médico estava construindo estradas.
A conscientização do sentido de “rolar com a vida” deixou o grupo solto e leve.
Abandonemos, portanto,  a tentativa de pensar. Deixemos que os pensamentos pensem por nós. Soltemo-nos. Não busquemos excitações. Deixemo-nos fluir. Só então poderemos experimentar o sabor da deliciosa aventura de ROLAR COM A VIDA.  

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A FORÇA DE UMA RELAÇÃO


Por que nos sentimos atraídos por umas pessoas e rejeitamos outras?
Essa pergunta me foi feita por uma jovem, quando falava para um grupo, sobre “Fatores que Governam uma Convivência Harmônica”.
 No meu percurso pela vida, como busquei uma resposta para essa indagação! E você leitor, tem se questionado também sobre a atração ou repulsa que certas pessoas exercem sobre você?
Quando refletimos concluímos em meio a perplexidade: “Mas como explicar se nem conheço direito essa pessoa, e já não a tolero?” Ou o inverso: “Por que essa atração irresistível que sinto se não encontro justificativa?”
 Claro que não falei para a garota do itinerário da minha trajetória em busca dessa resposta. Omiti a incursão pelos caminhos da astrologia, da busca na doutrina espírita e da colheita de dados no campo da psicanálise. Seria gastar muito tempo.
Preferi falar-lhe da sabedoria do escritor espanhol Inácio Larrañaga quando afirmou: “Na própria substância da pessoa estão subjacentes o que chamaríamos de sementes de amor e amizade.”
São forças da relação. Nasceu com a pessoa, vem do sangue, as vezes vem estimulado por circunstâncias históricas, mas em geral, são congênitas. Já existiam antes das pessoas se encontrarem. Bastou que se fizesse mutuamente  presente, a força simpatizante foi despertada. Não tem lógica nem explicação racional. Geralmente permanece fora do alcance da psicanálise.
Quando pensei que a tinha satisfeito insistiu: -“E a rejeição?”
Recorrendo de novo a posição de Larrañaga expus: “Quem sabe não está projetado e transferido nessa pessoa, traços de outros que embora esquecidos, estejam gravados em seu subconsciente e que de alguma maneira a prejudicou um dia?”
 Pensando bem conclui que, a mesma força que exerce atração, colocada diante de elementos repelentes, ocasiona a repulsa.
Controlar os impulsos naturais, eis o ponto crítico de um relacionamento. Exercitar-nos no autodomínio sem nos violentar é uma alternativa correta.
Amar ao próximo como a ti mesmo, está impresso nos dez mandamentos de Deus, entregues a Moisés. A partir daí exceto a palavra EU, o amor é a mais decantada em prosa e verso. Só que confundimos o próximo recomendados pelas Escrituras com os nossos afins.
Amamos fácil, isto é, o que nos convém, o que nos interessa de alguma maneira, a quem nos promete retorno, amamos a quem nos atrai e nos sentimos confortáveis com a consciência anestesiada, pela falsa sensação de
dever cumprido movidos pela má interpretação de uma verdade bíblica.
 No Novo Testamento em Mateus 5:46 encontramos: “Se amais somente os que vos amam, que recompensa mereceis”?
   Se há o amor regulado pela força da atração, deverá existir para a convivência harmônica de uma comunidade, o amor fraterno que se não nasce espontaneamente, deverá ser fabricado pela conscientização de que somos filhos do mesmo Pai. Desse parentesco deverá brotar o respeito que alimentará AS FORÇAS DESSA RELAÇÃO.
                                                               
      

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

DESCONGELE SEUS ERROS

          Uma amiga me dizia, visivelmente insatisfeita que gastou metade de sua vida tentando suportar os desacertos que o destino lhe aprontara e que ele, o destino, era responsável pelo seu sofrimento. A segunda metade, na tentativa de acertar, estava a procura de ajuda de psicólogos e psiquiatras e até agora o máximo que conseguira foi saber o quanto estava errada. Solução para o seu problema, ninguém até agora havia apresentado nenhuma. O grau de descontentamento excedia, a ponto de dificultar seu relacionamento até com o analista, que passou a detestar por o classificar como passivo ouvinte de seus problemas, sem nada fazer para resolvê-los. Finalizou seu desabafo com a pergunta. “O que fazer agora?”
                  O que ocorre é que muitas pessoas quando procuram um analista, o fazem em busca de uma solução para um problema que as afligem no momento. O analista é visto nesse instante como um “mago”, um super-homem, um super-herói munido de olho biônico e palavra mágica ou seja,  um conselho seu transforma uma situação negra, em clima harmonioso e colorido de festa, logo no início da terapia. Erra quem pensa que é esse o papel do analista. Compete a ele deter a ansiedade do paciente, conduzi-lo ao encontro de si mesmo revelando assim todos os contornos de sua personalidade.
                  Só descartando emoções e sentimentos confusos, alguém poderá ver as coisas como elas são. Isso é possível quando há o encontro fantástico com o Eu.
                   As pessoas que se queixam de que só falam, falam e os analistas não orientam nada, precisam saber que tudo o que falam , está sendo analisado assim como o que deixam de falar também. É isso aí. É que muitos que estão sendo analisados, fornecem pistas erradas a seus analistas. Procuram apresentar uma personalidade retocada com característica que gostariam de ter, e disfarçam o mais possível as que têm. Assumem a posição de vítimas, de onde passam a enxergar injustiças em situações comprovadamente provocadas por elas.
                Partindo daí, o analista precisa de muito tempo e habilidade profissional para identificar o real da ficção.
                O auto conhecimento nos dá a medida exata de nossas possibilidades.
                Uma linha de ação traçada dentro desse padrão, não carece de esforço extra para sua execução, isto é, a força direcional não precisa vir de fora, mas de dentro.
                 Personalidade moldada na ficção isto é, travestida do que gostaria de ser, e que determina uma linha de conduta incompatível com suas reais características, só gera conflitos.
              Portanto amiga angustiada, a seu analista só compete apresentá-la a seu Eu verdadeiro, a você compete atingir a plenitude da consciência harmônica o único estado que propicia o DESCONGELAMENTO DE SEUS ERROS.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

SER ASTRO NA VIDA

Possuímos a mais surpreendente maravilha da natureza.
A ciência comprova que ao nascermos, nosso corpo já é quinze bilhões de vezes maior que célula original que nos deu a vida. 2/3 do corpo humano é formado de oxigênio e nele existem 500 glóbulos vermelhos para cada branco. Um milímetro cúbico de sangue ou seja uma gota contém em média 50 milhões de glóbulos vermelhos.
Levando-se em conta de que 90 por cento do corpo se refaz a cada 12 meses, segundo os fisiologistas a quantidade básica do corpo é substituída. Isso equivale a dizer que, do ponto de vista físico, a cada aniversário não somos mais os mesmos.
O fantástico de tudo isso é que nenhuma “máquina humana” é igual a outra em qualquer aspecto.
         Deus, Criador  Absoluto em sua originalidade não repete Suas Obras. Seria o fato de não haver duplicatas do ser humano a razão de nossas divergências ?
O que teria o filósofo francês Sartre e a filosofia existencialista afirmarem: O homem é um ser inacabado.
Se morremos um pouco a cada dia, estaremos aproveitando bem o tempo que nos é concedido, ou será que o estamos gastando indevidamente, discutindo por ninharias promovidas pelo orgulho a níveis não merecidos?
Dentro de cem anos o mundo ainda existirá com seu palco e enredos conflitantes. Compondo a cena temos certeza, estarão outros atores.
O que fizemos para justificar nossa escalação nesse elenco que vai sair?
Será que a nossa posição assumida no elenco da vida é de astro, vilão ou figurante que vegeta nas fileiras da mediocridade?
Será que merecemos aplausos ou apupos da platéia?
Deixo para o leitor a tarefa de responder a essas perguntas. Nossas respostas, pelo motivo acima mencionada, não coincidiriam.
Ser um astro na vida, no relacionamento e ter habilidade de conviver sem atritos, ajustando diferenças, sabendo administrar divergências e gerenciar emoções que violentam o mecanismo do corpo, alterando suas defesas.
Essa relação tem que ser harmônica em três níveis: com o mundo, com o outro e consigo próprio.
Uma coisa deve pesar nessa contabilidade vivencial: aceitar toda e qualquer personalidade, desde que não venha em prejuízo da sua própria.
Não podemos fugir a contribuição positiva que devemos à sociedade de ajudar alguém a crescer, porque não cresceremos também se não estivermos acompanhados de processos semelhantes.

sábado, 2 de julho de 2011

A ARTE DE SER SOLITÁRIO

Não conhecia bem aquelas pessoas, mas o tema da conversação era-me muito familiar: Pavor de Solidão.

As opiniões se multiplicavam, mas não havia divergência. A concordância criava clima amistoso que todos pareciam desfrutar com satisfação. Um sentimento acabava de unir o grupo: Pavor de Solidão.

Uma senhora de olhar irrequieto ganhou oportunidade de se expressar aproveitando o descuido de sua antecessora que fez uma pausa para tomar fôlego e revelou: “Jamais passei uma tarde sozinha em casa”. Se não havia compromissos à cumprir, inventava um. Outra muito hábil em interromper a conversa para causar impacto (e conseguiu, pelo menos em mim) confessou que para livrar-se do clima depressivo que o entardecer lhe envolvia, aceitava até companhia de pessoas desagradáveis de quem não gostava, contanto que não ficasse só.

Lembrei-me do jornalista carioca Gilberto Amado que declarou: “Chato é aquele que não nos faz companhia e nos rouba a solidão”. Nunca me senti tão só no meio de pessoas como naquele momento. Fiquei triste não por mim, mas pelas pessoas que ali estavam e não sabiam ficar sozinhas.

Não participei da conversa por dois motivos. Primeiro não costumo disputar oportunidade para falar, segundo minha revelação seria chocante porque contrária a de todas as pessoas presentes.

Adoro ficar só.

Amo o silêncio

Gosto de ver e ouvir a natureza.

Sensibilizo-me diante de uma paisagem, uma flor silvestre surgindo do acaso, canto dos pássaros, voz das folhas roçando-se umas contra as outras, barulho da água escovando a rocha, terra seca absorvendo a água da chuva como um mata borrão. Fico fascinada quando o relâmpago rasga a cortina da noite e comanda espetáculo de luminosidade intensa e inimitável, ritmado pelo som inconfundível do trovão. No mesmo cenário quando o sol astro principal do dia focaliza os majestosos monumentos de nuvens esculpidos pelo vento.

Os direitos a esses shows gratuitos são reservados aos que escolhem a direção certa. Isto é, olham para cima e para o alto.

Tudo isso me encanta porque tem cor, ritmo, som, forma e dimensões próprias.

Um amigo perguntou-me certa vez do que eu mais gostava: de pensar, entre outras coisas respondi. Curioso como só o bom jornalista consegue ser, continuou; “No que você mais gosta de pensar?” Perplexo ficou quando respondi: “Em nada”. Mas como não pensar em nada?

Claro que as pessoas que apreciam estar cercadas de barulhos por todos os lados não vão entender que é sem pensar em nada que descobrimos o único canal pelo qual podemos entrar em sintonia com a natureza. Poderia escrever sobre compreender o NADA que nos é revelado na plenitude do silêncio.

O leitor deve estar a indagar: É fácil não pensar em nada?

Necessário é um treinamento. Uma coisa garanto, quem consegue, jamais abandona o hábito pela sensação e plenitude que a prática proporciona.

Não pensar em nada equivale a fazer um relax mental. É desfazer nódulos causados pelas tensões alimentadas por pensamentos que representam situações conflitantes. É não pensando em nada que podemos encontrar a direção que nos leva a fascinante aventura de nos conhecer.

Quando descobrimos o verdadeiro EU, abandonamos qualquer tipo de dependência e medo.

Poderia haver aulas de solidão.

Criar condições para que a criança descubra que a reflexão deve sempre preceder a ação.

Das minhas muitas horas de reflexão descobri maravilhada que: SOU AMANTE DA SOLIDÃO, MAS NÃO TENHO VOCAÇÃO PARA VIVER SOZINHA.



quarta-feira, 1 de junho de 2011

NÃO CREDITE AOS OUTROS A AUTORIA DE SUA HISTÓRIA.


- “Foi Deus quem quis”- justificava aliviada dona Raimunda, moradora da favela da Muriçoca, quando desenvolvíamos trabalho assistencial com o Grupo ACAD, naquele recanto periférico da cidade de Fortaleza.
Ela se referia ao grande número de filhos que nunca permanecia o mesmo a cada nove meses.

“Foi Deus quem quis” era a frase mágica que eliminava qualquer participação sua e de seu companheiro no ato de procriar, deixando-os livres para a próxima multiplicação.
     
Esse fato me fez lembrar Pedro Zuza vaqueiro do meu avô, quando antes de praticar qualquer ação dizia: -“com os querê” de Deus.
Apoiado nessa transferência de “querê”, passou a se exceder em tudo, até “batizar” o leite com água. Este passou a chegar do curral, quase tão azul, quanto o “céu” do deus de Pedro Zuza no interior do Ceará.

Colocar culpa em Deus, eis uma posição cômoda porque nos alivia do peso da culpa.

Os troféus ganhos nas vitórias,  creditamos ao nosso talento, mas, as derrotas resultantes das desproporções do plano,  com a linha de ação traçada para sua execução, os acidentes provocados por displicência ou imperícia, atritos de conseqüências desastrosas  derivados de má administração de divergências, tudo isso e muito mais, debitamos na “Vontade de Deus”.

No “currículo” de qualquer pessoa que se classifique como fracassada, figura tópicos marcados por nomes de pessoas e fatos que julga , impediram seu sucesso.
Poucos são os que catalogam os pseudo-culpados,  sabem cavar mais fundo o abismo que os separa da auto-realização.

O avançado Mestre indiano Sri Ramakrishna, contou a história de homens que vagueavam por um bosque de mangueiras examinando os galhos e as folhas. Outro porém muito mais sábio, comeu as mangas.

Sabedoria consiste em assumir os erros cometidos, capitalizando-os como experiência. Esses têm garantida a vitória, porque não culpam os pais, os professores, a Nação, a inveja, os feitiços, a posição geográfica de sua cidade o Criador do Universo, pela sua falta de sorte.

Estão convictos de que Deus lhes deu Dons mas ninguém pode assinar por eles esse contrato com a vida para administrar esses talentos.