sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

VOCÊ CONFIARIA NO SEU CLONE?

Você ouve o que diz e vê o que faz?

Essas perguntas fiz a um grupo e a resposta Sim, surgiu imediatamente.
Uma reflexão demorada e auto-análise honesta feita em seguida, levou cada um a substituir o sim pelo não.
Isso é um fato. Muitos são os que se automatizam, decoram conceitos de vida bonitos e passam a divulgá-los por aí visando despertar admiração.
A prova de que não ouvem o que dizem é a gritante contradição entre o que recomendam fazer e o que fazem quando pensam que não estão sendo observados e o que dizem que fazem.
Infelizmente poucos são os que se enxergam como são e assumem esse posicionamento.
É de causar perplexidade pessoas que se dizem cristãs, ou seja, seguidora de Cristo e negam essa afirmativa através dos menores e maiores gestos. Se parassem para pensar saiam detrás dos subterfúgios e descobririam que a linha de comportamento adotada, está mais para o abominável Judas Iscariotis.
Eis porque posso citar o que afirmou o alemão Arthur Schopenhauer sem causar choque ou parecer contradição: “Os amigos lhe dirão que são sinceros, os inimigos realmente o são”.
Assim pensou também um General mexicano chamado Obregón quando sabiamente recomendou: “Não tenha medo do inimigo que o ataca, tenha medo do amigo que o bajula”. Essa verdade está impressa hoje num monumento erguido em sua homenagem numa praça do México.
O filósofo chinês Lin Yutang: “O homem moderno difere do canibal apenas porque o canibal mata e come seu inimigo e o moderno, mata, promove o enterro e ainda manda celebrar missa de sétimo dia”.
É nessa terrível selva de pedras onde muitos desprotegidos andam querendo consolar, quando o que precisam é ser consolados.
Como caçadores, procuram com avidez consolos em chazinhos, biribas, cartomantes, terreiros de macumba, motéis, bares etc.
Uns buscam nas cores o preenchimento do vazio. Vestem-se de branco nas sextas-feiras, outros e preto e outros preferem o colorido das araras e enfeitam-se como autênticas árvores de Natal.
O vazio não é preenchido e o tempo não sobra para tomar consciência da frustração que norteia suas emoções e determina a qualidade de vida.
Para o cego conduzido por outro cego desconfiar de que pouco falta para cair no abismo, basta parar e pensar: “Se o caminho fosse o certo, eu não sentiria angustia, nem ódio, nem inquietação nem medo”.
A partir dessa conscientização podemos encontrar a verdadeira alegria de viver seguindo o maior Guia da história da humanidade Jesus que vivificou “EU SOU O CAMINHO A VERDADE E A VIDA”.
Só que essa caminhada não pode ser feita como turista de final de semana.
É uma caminhada contínua e não pode ser feita só com palavras.
Tem que ser vivida com o corpo e com a alma.
Eis porque na vida desse andarilho não pode haver contrastes entre o Dizer e o Fazer.